segunda-feira, 28 de julho de 2014

D. Pedro II




Dom Pedro II (1825-1891) foi o segundo e último Imperador do Brasil. Tornou-se príncipe regente aos seis anos de idade, quando seu pai Dom Pedro I, abdicou do trono. José Bonifácio de Andrada e Silva foi nomeado seu tutor e depois foi substituído por Manuel Inácio de Andrade Souto Maior Pinto Coelho. Aos 15 anos foi declarado maior e coroado Imperador do Brasil.
Dom Pedro II (1825-1891) nasceu no Palácio da Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro, Brasil, no dia 02 de dezembro de 1825. Filho do Imperador Dom Pedro I e da Imperatriz Dona Maria Leopoldina. Ficou órfão de mãe com apenas um ano de idade. Com nove anos perdeu também seu pai. Era o sétimo filho, mas tornou-se herdeiro do trono brasileiro, com a morte de seus irmãos mais velhos. Cresceu aos cuidados da camareira-mor Dona Mariana Carlota de Verna Magalhães Coutinho, mais tarde condessa de Belmonte.
No dia 2 de agosto de 1826, Dom Pedro foi reconhecido como herdeiro da coroa do império brasileiro. No dia 7 de abril de 1831, seu pai Dom Pedro I, que vinha enfrentando severa oposição política, acusado de favorecer os interesses portugueses no Brasil independente, abdica do trono e embarca de volta a Portugal, deixando Pedro como regente, com apenas seis anos de idade. Para tutor de Pedro, seu pai nomeou José Bonifácio de Andrada e Silva.
Com a abdicação e a menoridade do herdeiro do trono, foi eleita pela Assembleia, obedecendo à Constituição, uma Regência Trina até a maioridade de Dom Pedro. Estando o Senado e a Câmara de férias, foi eleita uma Regência Trina Provisória, que permaneceu de 7 de abril a 17 de junho de 1831. Em seguida foi eleita a Regência Trina Permanente, entre 1831 e 1835. A Regência Una de Feijó governou entre 1835 e 1837. E a Regência Una de Araújo Lima governou entre 1838 e 1840.
Durante a menoridade, Dom Pedro teve aulas com diversos mestre ilustres, escolhidos por seu tutor José Bonifácio. Estudou caligrafia, literatura, francês, inglês, alemão, geografia, ciências naturais, pintura, música, dança, esgrima e equitação.
Os liberais moderados governavam o País com dificuldades, enfrentando os que preferiam a República. Outro grupo queria a volta de Dom Pedro I. As crises se acumulavam. Em 1840 os conservadores mantinham a maioria parlamentar e fizeram aprovar a Lei de Interpretação do Ato Adicional que reduzia as conquistas feitas pelos liberais. Esses, inconformados começaram a luta pela maioridade do imperador, então com 15 anos. No dia 22 de julho, indagado, Dom Pedro aceita assumir o Governo do Império brasileiro. No dia 23 de julho de 1840, Dom Pedro II é coroado Imperador. O ato ficou conhecido como o Golpe da Maioridade.
Os primeiros anos de reinado de Dom Pedro II foram de aprendizado político. Aplicava-se inteiramente aos negócios de Estado, exercia a risca a Constituição. Aos poucos o país se pacificava. No dia 3 de setembro de 1843, Dom Pedro II esperava no porto, sua esposa Teresa Cristina de Bourbon. O casamento era um arranjo político com Francisco I, rei das Duas Sicílias. Tiveram quatro filhos, mas só sobreviveram Isabel e Leopoldina. A vida na corte era calma. As portas do Palácio Isabel, hoje Palácio Guanabara, eram abertas quatro vezes por ano, ao corpo diplomático e à nobreza.
No início de seu governo, Dom Pedro I fez viagens diplomáticas às províncias onde estavam ocorrendo conflitos. Em 1850, Dom Pedro II ainda não completara 25 anos , mas seu império já estava consolidado. A constituição de 1824, com as modificações introduzidas pelo Ato Adicional, dava ao Imperador um Governo quase autocrático. Mas Pedro II optou, sempre, pela moderação. Os partidos políticos do Império representavam a aristocracia rural e a técnica política do Imperador era revezar os partidos no poder. Essa política sobreviveu por quase vinte anos.
Dom Pedro era acusado de dedicar mais tempo aos livros do que às questões políticas. O império que gozava de certa prosperidade econômica, começou a perder o equilíbrio, com as guerras na região do rio da Prata. As forças imperiais lutaram em 1850, contra Rosas e Oribe e em 1864 contra Aguirre. Em 1865, teve inicio a Guerra do Paraguai, que durou cinco anos e finalmente o Paraguai foi vencido. Ao terminar a guerra, o movimento abolicionista tomava impulso e no Rio de Janeiro fundava-se em 1870, o Partido Republicano.
Na década de 70, Dom Pedro II viajou duas vezes à Europa, deixando sua filha a Princesa isabel como Regente. Em ambos os momentos a princesa resolveu causas difíceis. Em 1871, assinou a lei do Ventre Livre e em 1875 foi resolvida a Questão Religiosa. Em 1886, Dom Pedro adoece e parte novamente para a Europa. No dia 13 de maio de 1888, com a Regência da Princesa Isabel, é assinado o decreto que acaba com a escravidão no Brasil.
O ideal republicano que surgiu no Brasil em vários movimentos, como na Guerra dos Farrapos e na Revolução Praieira, só após a Guerra do Paraguai ressurgiu e se fortaleceu. No dia 15 de novembro de 1889, pela conjugação de interesses políticos, o governo imperial foi derrubado. Estava proclamada a República no Brasil. No dia seguinte organizou-se um governo provisório, que deu 24 horas para Dom Pedro deixar o país.
Dom Pedro de Alcântara embarca com a família para Portugal. Era 17 de novembro de 1889, dois dias após a proclamação da República. Chegando em Lisboa no dia 7 de dezembro seguiu para o Porto, onde a imperatriz morreu no dia 28 do mesmo mês. Pedro, com 66 anos, segue sozinho para Paris, onde fica hospedado no Hotel Bedford, onde passava o dia lendo e estudando. As visitas à Biblioteca Nacional eram seu refúgio. Em novembro de 1891, doente não saia mais do quarto.
Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Bragança, morre no dia 5 de dezembro de 1891, em consequência de uma pneumonia. Seus restos mortais são transladados para Lisboa, e depositados no convento de São Vicente de Fora, juntos aos da esposa. Quando revogada a lei do banimento em 1920, os despojos dos imperadores foram trazidos para o Brasil e depositados na catedral do Rio de Janeiro em 1921. Em 1925, foram transferidos para Petrópolis.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

O país sem direita.

     Decidi postar esta matéria publicada no site da Veja, pois não conseguiria definir melhor nossa atual e preocupante situação.         Realmente creio que, um pais que não possua equilíbrio em sua politica, esta fadado à ditadura, mas, venhamos e convenhamos, muito melhor uma ditadura de direita, onde poderíamos encontrar princípios de ética e moral, do que em uma de esquerda, onde tem por objetivo principal, TALVEZ não consciente, a estagnação da nação e o enriquecimento dos mais ricos, e o empobrecimento dos mais pobres. Apesar de parecer meio capitalista, não me recordo de nenhum chefe de Estado comunista que viva nas mesmas situações precárias da população, que por sua vez, não pode mudar de vida, digamos, de classe! 

       O Estado comunista não tem outro fim a não ser o de breca o individuo, não lhe dando capacidades de pensar por si mesmo, fazendo com que o Estado tenha controle sobre suas escolhas, que variam desde sua moradia, até sua crença. Devemos nos mobilizar! Não podemos ficar parados de modo algum!  

O incrível caso do país sem direita

Não há partidos conservadores no Brasil. O único liberal de peso agoniza dep

ois de perder nomes importantes. E são poucas as perspectivas de mudança

Gabriel Castro
O espectro político brasileiro é peculiar: na ponta esquerda, tem o jurássico PCO. Passa por socialistas radicais, como o PSOL e o PSTU, pelos comunistas conformados do PPS, pelos social-democratas do PT e do PSDB, pela esquerda verde do PV e se encerra no centro, onde estão PP e DEM. Não há, entre os 27 partidos brasileiros, um que se assuma como direitista. E o recente anúncio da criação do PSD, que se define como social-democrata, abre um buraco no DEM e empurra o eixo da política brasileira ainda mais para a esquerda.
A situação é única. Todas as grandes democracias do mundo têm ao menos um partido conservador forte, como o PP espanhol, o Partido Republicano dos Estados Unidos, a UMP francesa e o PDL italiano. O que teria levado a direita brasileira à lona enquanto, em outros países, como os vizinhos Chile e Colômbia, ela ocupa o poder máximo? Para especialistas e políticos ouvidos pelo site de VEJA, a causa está na herança maldita da ditadura militar.

O primeiro a definir o conservadorismo como uma doutrina política foi o inglês Edmund Burke, no século XVII. Esta corrente política considera que os indivíduos realizam as coisas melhor do que o estado. Que as liberdades individuais devem ser mantidas a todo o custo. E que os valores tradicionais da sociedade devem ser preservados. Nas democracias modernas, o conservadorismo se traduz como uma recusa ao estatismo, a defesa do livre mercado, a proteção da família e a oposição a medidas como a legalização de drogas e do aborto.
No Brasil, o discurso adotado pelos partidos políticos pouco se diferencia: todos adotam termos como “justiça social”, “distribuição de riqueza”, “igualdade”. Obviamente, ninguém é contra essas bandeiras, mas o linguajar denuncia que todos, por razões diversas, adotam um vocabulário de esquerda. Expressões como "livre iniciativa", "responsabilidade individual" e "valores morais" raramente são ouvidas pelos corredores do Congresso ou do Palácio do Planalto. As palavras “social” e “trabalhista” e “socialista” aparecem na maioria dos nomes das legendas. Há apenas um partido que faz referência ao liberalismo – o PSL, que, ainda assim, também se diz social – e nenhum que tenha a expressão "conservador" no nome.
Espectro político baseado na auto-declaração dos presidentes dos partidos revela: somos um país sem direita
Situações peculiares –
 O declínio de valores não-esquerdistas se acentuou a partir do governo Lula, quando o PT moderou seu posicionamento e roubou parte do discurso de partidos de centro. Legendas que a princípio eram pouco afeitas às ideias do partido deixaram as diferenças de lado para ingressar na partilha do poder: é o caso do PR, que resultou da fusão do PL com o Prona, do PTB, do PP e do PMDB. Todos se dizem centristas.
O adesismo inflou o bloco governista e juntou a esquerda moderada, a socialistas anacrônicos e a arrivistas de olho na divisão de benesses. Com isso , o PT arrastou consigo praticamente todos os partidos com algum peso. PSDB e DEM permaneceram na oposição mais por questões estratégicas do que programáticas. "Os partidos não se posicionam amparados em raízes históricas, mas em razões conjunturais", opina o cientista político Leonardo Barreto. Para ele, há espaço para o surgimento de uma legenda conservadora no país.
Na falta de uma direita verdadeira, a esquerda acaba inventando a sua própria: "Oposição à direita é um erro grave porque você tem um país com contradições sociais gravíssimas, concentração de renda das maiores do mundo. Quer concentrar mais? À grande maioria isso não interessa", diz o primeiro-secretário do PSB, Carlos Siqueira, para quem a direita trabalha para aumentar a injustiça no país.
Mesmo entre a oposição, o discurso ideológico não é afinado: o presidente do PPS, Roberto Freire, faz uma diferenciação: “Existe a oposição de esquerda, como o PSOL, PSTU e parte do PSDB. Na oposição de direita temos o DEM”. O rótulo, no entanto, é descartado pelos próprios democratas.
Trauma da ditadura -  Mesmo o autoproclamado centrismo do DEM parece não ser bem recebido no meio político: o partido, em eterna crise de identidade, já se refundou duas vezes e tenta se livrar da pecha de conservador. Da última vez, tentou colar a imagem ao Partido Democrata americano – que, por lá, abriga diversos matizes da esquerda. Ainda assim, vem sofrendo sucessivos golpes, vindos de dentro e de fora. O último deles é o nascimento do PSD de Gilberto Kassab.

O presidente do DEM, José Agripino Maia, reconhece que as bandeiras de seu partido se limitam à defesa do “liberalismo moderno”. Ao site de VEJA, ele torceu o nariz quando indagado sobre a dicussão de temas que costumam pautar os partidos conservadores, como o casamento gay, o aborto e a liberação de drogas: “Isso não é o carro chefe do partido”.

De fato, o DEM não pode ser definido como um partido de direita: bandeiras como a redução da maioridade penal, o endurecimento da punição a criminosos e a oposição ao desarmamento civil não são bandeiras pela qual o DEM se empenha. “No Brasil, a direita é muito vinculada aos regimes totalitários e estamos totalmente fora disso. O que é esquerda? Muro de Berlim, Cuba? Estamos fora disso também”, diz Agripino Maia. O antigo PFL, aliás, esteve ao lado do governo petista na defesa do desarmamento da população civil, em 2005.

O deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO) se alinha a bandeiras clássicas do conservadorismo, como a defesa da livre iniciativa, a não-interferência do estado na vida do cidadão e oposição à legalização do aborto. Mas não se assume como direitista. Para ele, o rótulo só faria sentido em países onde há tradição de uma direita democrática, o que não existe no Brasil. “Aqui não existe essa tradição", explica.

Não por acaso, os partidos não foram capazes de sintetizar a oposição do eleitorado brasileiro à legalização do aborto. Na última campanha eleitoral, o tema surgiu quase de forma clandestina, em discussões na internet e nas igrejas. O PSDB de José Serra veio a reboque, aproveitando-se do tema para criticar a petista Dilma Rousseff – que, por sua vez, se apressou em tentar apagar o passado e dizer que nunca havia defendido a legalização do aborto.


Petistas e tucanos, aliás, têm mais similaridades do que diferenças. O líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias, reconhece que a disputa tem mais a ver com a aplicação das ideias do que com a orientação ideológica: "O PT, no poder,adotou as propostas do PSDB. Não inovou. Não há nenhum programa social novo. Ocorre que a execução é que é diferente. Geralmente, a postura do PT é mais promíscua em relação ao Legislativo", afirma.

Falta tradição –  Acredita-se que a direita brasileira não se modernizou. Em vez disso, foi engolida pelo recente pragmatismo de esquerda, difundido pelo PT, ou aderiu ao outro lado por oportunismo eleitoral. Se o espectro político brasileiro vai da extrema-esquerda ao centro, a disputa pelos principais postos de poder está ainda mais restrita. Em 2010, só havia candidatos de partido de esquerda na disputa pela Presidência da República.

Principesca Ordem de Santa Maria Mãe de Deus

Cruz da Ordem de Santa Maria Mãe de Deus

A Ordem Militar de Santa Maria Mãe de Deus nasceu em 1233, quando a Ordem foi fundada como uma Milícia guerreira, com o objetivo de por fim às desordens causadas na Itália pelas lutas fratricidas entre guelfos e gibelinos.

A Ordem foi fundada em Parma, por um dominicano chamado Bartolomeo de Bragance, que em Parma a fundou com o nome de "Milizia di Gesù Cristo", ou seja, Milícia de Jesus Cristo, sendo que os objetivos da Ordem eram a defesa da Fé e do Papado.
A Ordem, porém, até 1250 teve a adesão de poucos membros, sendo muito enfluenciada, em 1260, por um movimento de flagelantes, que cresceu muito no Norte da Itália. Os grupos de flagelantes tiveram um papel preponderante na política medieval italiana, sendo que em 1261 fora fundado em Bolonha a "Congregazione dei Devoti", um grupo composto pelos sete principais nomes da Nobreza de Bolonha, Parma, Modena, Reggio Emília.
Este gupo de Nobres, liderados pelo Provincial dos Franciscanos de Bolonha, Frei Rufino Gurgone, pediu a sua incersão junto a Milícia de Jesus Cristo, que rapidamente teve seu nome mudado para Ordem Militar de Santa Maria, sendo depois conhecida como Ordem dos Cavaleiros Jubilados, e depois como Ordem de Santa Maria da Torre, dita da Mãe de Deus. Sua existência consistia então na luta contra os infiéis que ameaçavam a Igreja Católica. O mesmo Frei Rufino Gurgone foi o responsável pelos primeiros Estatutos da Ordem.

Sua existência foi aprovada pela Bula SOL ILLE VERSUS, do Papa Martinho IV, sendo que o Pontífice pôs os Cavaleiros abaixo da Regra de Santo Agostinho.

O Papa então ordenou que "Os Membros da Ordem estão autorizado a portar armas em defesa da Fé Católica e da liberdade da Igreja, quando assim forem solicitados pela Santa Sé, sendo também chamados a interromper a agitação civil, sendo que devem portar armas apenas de maneira defensiva, e com a autorização Diocesana."

A Sede da Ordem foi tida como sendo junto ao Mosteiro Ronzano, perto de Bolonha, sendo que o primeiro Grão-Mestre foi o Irmão Loterengo degli Andalo, que foi um dos Fundadores da Ordem. Com pouco tempo os Cavaleiros da Mãe de Deus são os únicos responsáveis por manter a paz em Bolonha, sendo que a reputação dos Cavaleiros era tão boa, que em pouco tempo são chamados a manter a paz em Florença, Pistóia e Prato.

Com a morte do Grão-Mestre Loterengo degli Andalo, é Eleito seu companheiro Catalano de Catalani, que assumo o Grão-Magistério da Ordem.

Com o tempo os Cavaleiros esqueceram-se de suas obrigações religiosas, e entregaram-se a toda sorte de delícias e prazeres do mundo, esquecendo-se de seus compromissos com a Nobreza e com a Igreja, por isso, foram apelidados de "Cavaleiros Jubilosos", ou seja "cavaleiros do júbilo" ou seja, "da alegria do mundo".

Um grupo de Cavaleiros, que constituíram pela primeira vez a Comendadoria de Santa Maria da Torre, buscaram estar mais próximos da Igreja, e escolheram como chefe o Cardeal Tolomeo I Galli, que era Secretário de Estado do Papa, e Duque Soberano de Alvito (atual Itália).

Com a morte de Camilo Volta, último Grão-Mestre da Ordem em Bolonha, em 1559, a ordem antiga, dita dos "Cavaleiros Jubilosos" foi extinta, restando apenas a Comendadoria de Santa Maria da Torre. Tais Cavaleiros puderam então Eleger o Cardeal Tolomeo I Galli como Grão-Mestre da Ordem em 1595, sendo que após a morte do Cardeal em 1607, seu Sobrinho e Sucessor no Ducado de Alvito, Tolomeo II Galli, pôs a Ordem abaixo da proteção Hereditária da Casa Principesca.

Francesco I Galli, filho de Tolomeo II, escolheu como Grão-Mestre o Cardeal Marco III Galli, seu filho, que manteve-se no Posto até sua morte, em 1683.

Marco III nomeia a Ordem oficialmente como Principesca Ordem Militar e Hospitalar de Santa Maria da Torre, dos Cavaleiros da Mãe de Deus sendo que o nome de "Ordem de Santa Maria Mãe de Deus" foi dês de sempre utilizado pelos Cavaleiros.

A Ordem de Santa Maria Mãe de Deus continua hoje abaixo da Proteção Hereditária do Chefe da Casa Principesca de Mesolcina e Ducal de Alvito, sendo que pelo grande interesse demonstrado pelo Príncipe Tiago Trivulzio-Galli, a Ordem mantém-se em atividade até nossos dias.  
                                







    Texto de autoria de Sua Alteza Sereníssima, Dom André III de Trivulzio-Galli, Príncipe de Mesolcina .
Disponivel em ordemdesantamaria.blogspot.com